A ideias me veem muito rapidamente, e a poesia, mais rapido ainda. mas, que preguiça de escrever...existe videoblogger???
acho que era uma boa pra mim...
e, sem contar que a preocupação com a ortografia é uma ducha de agua fria na inspiração .
Ha os que dizem, o word corrige, mas o word não é gente, cara!
Ah... a tarde é uma poesia...as horas que antecedem o por do sol...as cores...o silencio...O por do sol...
em conquista então, nossa! é lindo de morrer.
( de morrer, veeeelho).
Vou tomar vergonha e bloggar mais, taH?
Daniellllllllllllll
SOBREVIVENTE DA ENXENTE DOS ANOS 50
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Eu e Raul seixas
Eu e Raul...o rock, a música, o preconceitos, os tarja preta...
a música check up, que postei a pouco, me faz ver e viver, e lembrar de Raul. Ele me ensinou a dançar TWIST, em salvador no Bonfim ( um bairro ).Depois, sucesso total. e vim reve lo num show no lomantão nos anos 70. fui com meu filho Pedro, que o adorava (Viva A Sociedade Alternativa, ele cantava, o Pedro, com então 2 anos e meio). E aí, levei a mamadeira de laranjada até o palco e raul bebeu e mais o batera.heheheheh.
Ouvir essa musica e fiquei sabendo que somos colegas tambem no valium, dienpax e triptanol. rs
E vamos dormir QUASE em paz... e a chuva promete não deixar vestigios. Entendo isso como o Choro, o nosso Choro, frente a nossa impotencia contra os remédios...
Mas o importante é seguir cantando.O raul se foi, mas não se foi de verdade. Sua musica conttinua viva assim como o que ele pensava, fazia e dizia.
VIVA RAUL, VIVA A SOCIEDADE ALTERNATIVA.
a música check up, que postei a pouco, me faz ver e viver, e lembrar de Raul. Ele me ensinou a dançar TWIST, em salvador no Bonfim ( um bairro ).Depois, sucesso total. e vim reve lo num show no lomantão nos anos 70. fui com meu filho Pedro, que o adorava (Viva A Sociedade Alternativa, ele cantava, o Pedro, com então 2 anos e meio). E aí, levei a mamadeira de laranjada até o palco e raul bebeu e mais o batera.heheheheh.
Ouvir essa musica e fiquei sabendo que somos colegas tambem no valium, dienpax e triptanol. rs
E vamos dormir QUASE em paz... e a chuva promete não deixar vestigios. Entendo isso como o Choro, o nosso Choro, frente a nossa impotencia contra os remédios...
Mas o importante é seguir cantando.O raul se foi, mas não se foi de verdade. Sua musica conttinua viva assim como o que ele pensava, fazia e dizia.
VIVA RAUL, VIVA A SOCIEDADE ALTERNATIVA.
domingo, 23 de janeiro de 2011
quem é você
Esta frase me fascina; Quem sou eu? a que vim??? e, acho que não somente a mim.
Vejam voces:
"quem é você? advinha se gosta de mim".;
"quem sou eu quem é você?"
Acredito que sou uma centelha divina, sou filha de Deus. Se centelha, sou Luz; se Luz, sou energia pura; então sou bilhões de elétrons vibrando.Cada célula, cada elétron, cada ion de meu corpo, vibra...
E este meu corpo, fisico, mental e espiritual vibra mais ainda quando ouve sons tais como; de canto de passarinhos, das ondas do mar, do vento sibilando nas folhas...imagine ao ouvir um acorde perfeito maior? ou uma sinfonia de Betowhen ? ou alguem cantando longe, longe...a voz de alguem quando vem do coração...
E ainda ha gente que diz pra outro alguem: -você não vale nada!
E o melhor de tudo isso é que se centelha divina, Luz, eu posso voar!!!!!
Mas ainda tenho os pés no chão.
Coisas de capricornio,
signo de elemento terra.
afinidades de Arthur da Távola
afinidades
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil,
delicado e penetrante dos sentimentos.
O mais independente.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos,
as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação,
o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real.
Do subjetivo sobre o objetivo.
Do permanente sobre o passageiro.
Do básico sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro.
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois
que as pessoas deixaram de estar juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples
e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos
fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavra.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com.
Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo.
Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado.
Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar.
Ou quando é falar, jamais explicar, apenas afirmar.
Afinidade é jamais sentir por.
Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo.
Mas quem sente com, avalia sem se contaminar.
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
Só entra em relação rica e saudável com o outro,
quem aceita para poder questionar.
Não sei se sou claro: quem aceita para poder questionar,
não nega ao outro a possibilidade de ser o que é, como é, da maneira que é.
E, aceitando-o, aí sim, pode questionar, até duramente, se for o caso.
Isso é afinidade.
Mas o habitual é vermos alguém questionar porque não aceita
o outro como ele é. Por isso, aliás, questiona.
Questionamento de afins, eis a (in)fluência.
Questionamento de não afins, eis a guerra.
A afinidade não precisa do amor. Pode existir com ou sem ele.
Independente dele. A quilômetros de distância.
Na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar.
Há afinidade por pessoas a quem apenas vemos passar,
por vizinhos com quem nunca falamos e de quem nada sabemos.
Há afinidade com pessoas de outros continentes a quem nunca vemos,
veremos ou falaremos.
Quem pode afirmar que, durante o sono, fluidos nossos não saem
para buscar sintomas com pessoas distantes,
com amigos a quem não vemos, com amores latentes,
com irmãos do não vivido?
A afinidade é singular, discreta e independente,
porque não precisa do tempo para existir.
Vinte anos sem ver aquela pessoa com quem se estabeleceu
o vínculo da afinidade!
No dia em que a vir de novo, você vai prosseguir a relação
exatamente do ponto em que parou.
Afinidade é a adivinhação de essências não conhecidas
nem pelas pessoas que as tem.
Por prescindir do tempo e ser a ele superior,
a afinidade vence a morte, porque cada um de nós traz afinidades
ancestrais com a experiência da espécie no inconsciente.
Ela se prolonga nas células dos que nascem de nós,
para encontrar sintonias futuras nas quais estaremos presentes.
Sensível é a afinidade.
É exigente, apenas de que as pessoas evoluam parecido.
Que a erosão, amadurecimento ou aperfeiçoamento sejam do mesmo grau,
porque o que define a afinidade é a sua existência também depois.
Aquele ou aquela de quem você foi tão amigo ou amado, e anos depois
encontra com saudade ou alegria, mas percebe que não vai conseguir
restituir o clima afetivo de antes,
é alguém com quem a afinidade foi temporária.
E afinidade real não é temporária. É supratemporal.
Nada mais doloroso que contemplar afinidade morta,
ou a ilusão de que as vivências daquela época eram afinidade.
A pessoa mudou, transformou-se por outros meios.
A vida passou por ela e fez tempestades, chuvas,
plantios de resultado diverso.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças,
é conversar no silêncio, tanto das possibilidades exercidas,
quantos das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação do ponto em que parou,
sem lamentar o tempo da separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas a oportunidade dada (tirada) pela vida,
para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais,
a expressão do outro sob a forma ampliada e
refletida do eu individual aprimorado.
domingo, 2 de janeiro de 2011
2011
2011 numerologia
4 crescimento,expansão.
ano de oxum minha santa
que se cuide da agua doce
que se banhe no rio
que se deleite no leito
que escute o som das aguas
que a agua acaricie omeu corpo como as mãos do meu amado...
e que eu chore lgrimas de amor...
4 crescimento,expansão.
ano de oxum minha santa
que se cuide da agua doce
que se banhe no rio
que se deleite no leito
que escute o som das aguas
que a agua acaricie omeu corpo como as mãos do meu amado...
e que eu chore lgrimas de amor...
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